Corpos e malabares,
o jogo da infinitude,
a magia percorria toda rua iluminada.
No canto,
Júlio tentava sorrir.
Aquilo,
de fato,
era o que se poderia chamar de felicidade.
Não que as coisas negassem seus lugares,
as silhuetas até se confundiam,
por entre o burburinho ele avistou Elis,
num beco triste e escuro,
atingindo com outro,
o ponto que ele jamais imaginou chegar.
Marcos era um palhaço.
No fim,
que ali não o era?
Um comentário:
no inicio, quem aqui não é?
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