quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A flor

Ela tinha tudo,
mas não possuía nada.
As coisas fluíam como flores,
que,
simplesmente,
carregam a leveza.
Suave e serena,
a dança começava,
inquietos e brilhantes,
seus olhos buscavam o cheiro,
seu nariz observava minha embriaguez.
Acordei.
O lençol já não estava na cama,
as flores muito menos,
no entanto,
a luz exalava a cor da felicidade,
que,
em verdade,
não era outra coisa,
senão Ana.

Nenhum comentário: