Não era objetivo,
meu coração sempre prolixo.
Cansou de narrar estórias longas,
de sofre chorar,
falava de um simples sorriso em mil linhas.
Minha pena de amar já estava gasta,
sua tinta já era fina,
quase não se enxergava o que ela produzia.
Mas eu me prometia,
falar de alegrias,
de estrelas,
de olhar de mar de magias.
Nesse exato instante,
sobre a única coisa que importa escrevo,
sem sombra sem pudor sem medo,
um dia a dúvida inevitavelmente virá,
mas não deixe de crer,
nem tudo que é bonito você pode ver.
Um comentário:
só escrever
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